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Imagens com Voz Própria

(act. 21 Jul 2012)
Há imagens que suscitam um comentário ou que parecem falar por elas próprias. Pela sua oportunidade acabam por capturar o momento decisivo que é capaz de contar a história completa.
Bem ou mal contadas, aqui ficam algumas dessas singularidades:


"Brincalhão..."
(Alameda das Linhas de Torres)


"Proibido Estacionar"
(Rua da Bela Vista à Graça)
mas do outro lado da porta...


"O teu giroscópio está desafinado"
(Alameda das Linhas de Torres)
(claro exemplo do modo como as aves utilizam a cauda para se equilibrarem)


"Quando vou à Baixa, encontro sempre alguém conhecido..."
(Calçada do Sacramento)


"Deixa-o pousar..."
(Alameda das Linhas de Torres)


                                                        "Alberto Giacometti"                                                                      A.Giacometti
(Rua de São Bento)


"Cha-Cha-Cha em Lisboa..." 
... fez-se Fadista. Depois na Madragoa, fez-se bairrista. Passou por cá, pela moirama, e fez das suas nos becos de Alfama. Andou todo emproado pelos salões e até foi ao mercado ver a Rosinha dos Limões.  Agora, vai-se embora e até chora p'ra ficar por cá... coitado, já deu em Fado, não quer ser Cha-cha-cha. 
(Maximiano de Sousa, "Max")                                                                    (Travessa do Pasteleiro)


"Este Bar não obedece ao Acordo Ortográfico"
(Rua do Lumiar)


"Hmmmm... com um arrozinho..."
(Rua do Lumiar)


"Corre! Estamos atrasadíssimos..."
(Rua Mário Sampaio Ribeiro)


"Não vás por aí..."
(Bairro do Arco do Cego @ Praça de Londres)


"Tens de mudar de champô"
(feira de vaidades na Calçada da Bica Grande)


"Para o mata-bicho"
(Campo Grande, combate ao escaravelho japonês)


"Água-benta ?"
(Jardim Olavo Bilac)


"Pluralismo cultural"
(Rua da Conceição)


"Paradoxo da Química (mas... o bronze não enferruja!)"
(estátua de D. Pedro IV, no Rossio)


"Memórias de um pedreiro *muito* estrábico"
(Rua d'O Século)


"Reforçada a Brigada de Trânsito na Baixa de Lisboa"
(Rossio)


"Ai Agostinha... Ai Agostinho..."
(Rua do Salvador)


"O repouso do Globetrotter"
(Restauradores)


"Hmmm... não me pareces nada um gato..."
(Largo da Esperança, Chafariz da Esperança)


"Hmmm... não me pareces nada um pombo..."
(Rua de João Brás)


"... before you break my heart..."
(Rua Nova do Carvalho)


"Que esquisito, pensa ela. Que esquisita, pensa ele."
(Rua Augusta)


"Equilíbrio precário"
(Rossio)


"Doutor, será grave ?"
(Rua Helena Vaz da Silva)


"Novos radares da P.S.P."
(Av. D. Carlos I)


"You're lookin' at me ??"
(Rua do Machadinho)


"Especial para cartas de amor incendiário"
(Rua de São João da Mata)


"Dali andou aqui ?" (II)
(Rua Mário Eloy)


"O(s) equilibrista(s)"
(Largo das Portas do Sol, montagem evidentemente...)


"O Pensador"
(Largo das Portas do Sol)


"O homem que pinta a luz nos candeeiros"
(Largo das Portas do Sol)


"O António e o José"
(Rua Augusta)


"Boas intenções"
(Rua Damasceno Monteiro)


"O dia em que os touros subiram às bancadas"
(Mercado de Natal 2011 na Arena do Campo Pequeno)


"Oh pá !! Não está nada parecido..."
(Rua do Norte x Largo de Camões)


"A Obra do Padroeiro"
(Largo do Rato, antigo Convento das Trinas do Rato)


"Hã ??"
(Praça das Amoreiras)
"Utilitas Interrupta: Um índice infra-estrutural de ambições por cumprir", Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva.
No catálogo:
"Utilitas Interrupta sets out to closely examine infrastructural works that no longer satisfy the Vitruvian prerequisite of usefulness: projects once celebrated and now forgotten, reminders of a long-gone (or not so long-gone) optimism that lie concealed in plain sight, magically erased from collective consciousness despite their often gargantuan proportions. Like scars indelibly etched into the landscape, these structures are the repositories of forgotten stories of zeal and passion, neglected then swept aside like lovers no longer able to please." Ah !! Afinal era simples...


"Dali andou aqui ?" (I)
(Centro Comercial Picoas Plaza)/b>



"Em boas mãos"
(Cais do Sodré, estação fluvial)



"Já estou atrasado para a Ópera"
(Rua dos Caetanos)



"I Love Lisboa"
(Rua Augusto Rosa)



"Ufa... já só faltam 3 degraus..."
(Rua de Guilherme Braga)


"Este não vai em rodriguinhos..."
(o fadista Rodrigo reeditando uma tradição popular no adro da Igreja de Sto.Estevão, 27-Jun-2010)


"A minha casa é mesmo muito pequenina !!"
(Bairro Novo, à Estrada de Benfica)


"O que é que aquele quer...?"
(Alameda das Linhas de Torres)
(desconfiado q.b., o fotografado foi buscar uma câmara e fotografou este fotógrafo)


"Talvez um dia, quem sabe...?"
(Largo da Severa)


"Morde aqui, a ver se eu deixo..."
(Largo do Chiado)


"Será esta a Voz do Operário ??"
(Travessa de São Vicente, mesmo ao lado da Sociedade "A Voz do Operário")


"Já disse !! Não servimos «imperiais»..."
(Rua dos Cavaleiros)


"Shanghai ? Não, Lisboa !!"
(Calçada da Mouraria)


"Ai, que sede que eu tinha..."
(Alameda D. Afonso Henriques)


"Fora d'Época"
(Calçada do Carmo)


"Mão morta, mão morta, vai bater... ao nº 39"
(Travessa dos Lagares)


"Aqui em cima corre uma aragem fresquinha..."
(Largo de Santa Bárbara)


"Como é que eles conseguem...?"
... equilibrar-se sem cair para a frente ou para trás (mesmo a dormir) ?
(Martim Moniz)


"Patriotismo em rama"
(Beco dos 3 Engenhos)


"É um concerto, concerteza"
(Estufa Real da Ajuda)


"Artes e traste"
(Av. Infante Santo, azulejo de Maria Keil)


"O menino e a flor"
(Entrecampos, edifício da C.M.L.)


"Metáfora Patriótica #2"
(Parque Eduardo VII, Jardim Amália Rodrigues)


"A mim, nada me faz sombra !!"
(Miradouro de Sta.Luzia)


"A Invenção do Dia Claro"
(Lumiar, Palácio do Monteiro-Mor, Museu do Teatro)


"Mentiroso ..."
(Campo Grande)


"Vivó Belenenses !!!"
(Praça Afonso de Albuquerque)


"Com franqueza, Senhor Presidente !!!"
(Belém, Presidência da República)


"A chegar..."
(Beco do Maquinez. Lá em casa, na Austrália, ela tinha confirmado a morada no Google Maps. Na altura, pareceu-lhe tudo plano...)


"Sai uma bifana..."
(Rua de Barros Queirós)


"Este relógio está certo duas vezes por dia."
(Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos. Relógio que estava originalmente no Cais do Sodré, substituído pelo actual relógio atómico)


"Clop clop clop"
(Largo do Museu de Artilharia)


"Descanso (de) Duvidoso"
(Praça do Comércio)


"O cavalo curioso."
(Praça D.João I (ou "da Figueira")


"Antes de Pasteur."
(Convento da Madre de Deus, Museu do Azulejo)


"O leão que fuma e revira os olhos"
(Chafariz da Esperança)


"O Levezinho"
(Lumiar, junto à Quinta das Conchas)


"Para evitar os encontrões..."
(Rua de Barros Queirós)


"Efectivamente..."
(Rua de São Mamede)


"Instantâneo (?)"
(Rua Vicente Borga)


"Dupla indiferença"
(Largo da Graça)


"Hei-de voltar a Lisboa..."
(Largo da Graça)


"Turistas muito astutas"
(Miradouro da Graça)


"E quando chover ??"
(Beco São Luís da Pena)


"Arte casual"
(Calçada do Galvão)


"A Sorte Grande e a aproximação"
(Rua Augusta x Rua de S. Nicolau)


"Quem diria que já fui Palácio...?"
(Rua do Açúcar)


"Vai lá buscar as contas que o Imediato fez..."
(no Rio Tejo)


"Mas que agressividade !!"
(Rua 1º de Dezembro)


"Vou deixar de regar a planta..."
(Praça Duque de Saldanha)


"Sua Alteza assomou à janela"
(Rua dos Sapateiros)


"Que horas são ?!?"
(Rua Augusta)


"Pois, aqui é grátis..."
(Rua da Bica de Duarte Belo)


"Se era proibido... deixou de ser !"
(Av. Duque d'Ávila)


"Voyeur"
(Museu da CIdade)


"Publicidade, aqui não, obrigado"
(Lugar do Cabeço de Bola ao Paço da Raínha)


"O pedreiro estrábico"
(Rua de São João da Praça)


"Eu cá sou de vistas largas..."
(Praça do Comércio)


"A eterna atracção dos cães pelas bocas de incêndio"
(Calçada do Ferragial)


"Há aqui uma Pérola"
(Igreja da Conceição Velha)


"Está bem, está bem... passem lá todos !!"
(Praça D.João da Câmara)


"Arabescos"
(Rua Ivens, Grémio Literário)


"Pffft..."
(Rua Ivens, Grémio Literário)


"Gémeos"
(Rua da Escola Politécnica)


"Eu tinha uma andorinha que me fugiu da gaiola..."
(Praça da Viscondessa dos Olivais)


"Redundância" e/ou "Chover no molhado"
(Largo de São Carlos)


"Telheiras (chafariz sem água, telheiro sem telhas)"
(Jardim de Telheiras)


"Será este o gato que se perdeu ?"
(Rua Saraiva de Carvalho, Vila J. Domingues)


"Árvore (?) de Natal"
(Largo de São Carlos)


"Menina estás à janela..."
(Travessa do Zagalo)


"Luz e luzes de Lisboa"
(Travessa da Conceição à Rua do Século)


"Cresce e aparece..."
(Largo das Necessidades)


"O macaquinho míope"
(Beco dos Lóios)


"Padaria 'Cova da Onça' ?!?"
(Av. da Liberdade)


"Que pena..."
(Alameda das Linhas de Torres, Villa Sousa de Norte Júnior, Prémio Valmor 1912)


"Proibido espreguiçar !"
(Rua Maria Pia x Rua do Arco do Carvalhão)


"Martinho vai ser enforcado ?"
(Largo de Santo António, alusão a uma lenda envolvendo o pai do Santo)


"Vou deixar de fumar..."
(Travessa do Zagalo)


"Arco-Íris"
(Rua do Guarda-Mor)


"Sirvam-se..."
(Largo do Chão da Feira)


"S.Cristóvão das Cuecas"
(Rua dos Remédios)


"Dois músicos"
(Museu da Cidade, comemorações do centenário)


"I love you"
(Museu da Cidade)


"Sr. Guarda venha cá ..."
(Parque das Nações)


"A almoçar na rua"
(Calçada do Cascão)


"Flor ardente"
(Largo de Santo António)


"Metáfora Patriótica #1"
(Rua Saraiva de Carvalho)


"Compro ? Não compro ?"
(Campo de Santa Clara, Feira da Ladra)


"Janela virada p'ró mar"
(Miradouro de Santa Luzia)


"Acabem com o desperdício !!!"
(Rua da Bica de Duarte Belo)


"Turista à fresca"
(Miradouro de Santa Luzia)


"Isto está por um fio..."
(Rua da Prata)


"O Gilão"
(Parque das Nações)


"Apologia de um Aeroporto fora da cidade"
(Campo Grande)


"Ao menino e ao borracho..."
(Jardim Constantino)


"Daí de baixo, quem consegue ver-me ??"
(Rua do Jardim do Tabaco)

4 comments:

Anonymous said...

Óptima descoberta fiz hoje !!!! Vou mandar a toda a gente. Espero que este comentário feito aqui lhe chegue à vista, já que se me apresentam tantas hipóteses de os inserir. Onde? Aqui? Ali? Olhe, em tudo ! Parabéns. Luísa Barbosa, luizzza@iol.pt

Anonymous said...

Amei conhecer este blog e suas fotos são lindas e poéticas, elas conseguiram trazer até Piracicaba (Brasil) o perfume inesquecível de Lisboa. Josiane M. de Souza, jomsouza@unimep.br

Anonymous said...

Amei conhecer este blog e suas fotos são lindas e poéticas, elas conseguiram trazer até Piracicaba (Brasil) o perfume inesquecível de Lisboa. Josiane M. de Souza, jomsouza@unimep.br

Regina Costa said...

Obrigada. Acabei de dar uma bela volta por Lisboa e rever alguns lugares e pormenores que também fotografei.
Mas estas são muito mais bonitas.

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