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23.11.13

Os gostos apimentados de D. João V

(álbum + bibl.)

Na primeira metade do séc. XVIII D. João V manda aqui construir uma residência onde se encontrará com Madre Paula, freira do Mosteiro de São Dinis de Odivelas. Em 1747, a família Galvão Mexia passa a residir no edifício.
No séc. XIX já pertencia ao Conde de Farrobo, mas em 1832 foi entregue a Manuel Joaquim Pimenta para pagamento de uma dívida.
No início do séc. XX o edifício foi vendido a um especulador imobiliário (!) que aí pretendia construir uma bairro de casas económicas (!!). Mas em 1914, o engenheiro Jorge Ávila Graça adquire o palácio, ocupado pela sua família até 1957. Um ano antes, a Segunda Circular tinha comido uma valente talhada dos jardins do Palácio (razão mais do que suficiente para a mudança).
Em 1961, o Brasil queria instalar aqui a sua Embaixada, mas a C.M.L. adquire o Palácio por 9000 contos. Em 1974 é aprovada a instalação do Museu da Cidade, a transferir do Palácio da Mitra. Em 1984 o Museu estava integralmente instalado.


o Palácio em 1851, tal como aparece representado no Chafariz de Entrecampos.

Com tantas andanças, o nome do local seguiu o curso dos acontecimentos: Casa da Quinta da Pimenta / Casa da Madre Paula / Palácio Galvão Mexia / Museu da Cidade de Lisboa. Mas, curiosamente, nunca se chamou Palácio Pimenta, seu actual segundo nome.
No Museu da Cidade vai sempre acontecendo muita coisa. Além disso, ora é permitido fotografar, ora é proíbido. Resulta daqui um monte de testemunhos distintos e diversos, que acaba por constituir a melhor forma de visitar (e, no futuro, continuar a frequentar) o Museu.
Complementarmente, no Jardim de Buxo do Palácio está montado o Jardim Bordalo Pinheiro. E há sempre os pavões...











antiga Capela

carta de foral de Lisboa (1179)
"Em nome do padre do filho e do Espírito Santo, Amen: avondança e non se acoita, Eu Dom Afonso pela graça de Deus Rey de Portugal per trabalho do corpo e per vigiavil sabedoria de mim e dos meus homens, a cidade de Lisboa a mouros filhei e pera serviço de Deus a entreguei. E a vós meus homens e vassalos e criados pera a morardes por dereito derdamento vola dei."





a Casa dos Bicos
o Hospital de Todos-os-Santos (act. Praça da Figueira)
um mercado
A nau da Coroa saúda a Torre de Belém com uma salva de artilharia; a Torre retribui

Maquete de Lisboa antes do terramoto de 1755. Em grande detalhe, aqui.
salas do Palácio / Museu









cozinha e copa do Palácio





o Parque


Lixo Palaciano
ou: o que fazer com umas pedras que não se sabe o uso a dar-lhes...



António Óscar de Fragoso Carmona...
... e um improvável Marquês de Pombal.

restos do antigo quintal...
 ... e a demonstração do mais imbecil vandalismo:
o monumento a Eça de Queirós, retirado do Largo do Barão de Quintela em 2007 e substituído por uma cópia em bronze.
Mas, sensatamente, a C.M.L. decidiu restaurar o original...
... guardado neste jardim, está muito melhor.








"voyeur"






Encenação na festa comemorativa do centenário do Museu (15 Maio 2011).
Quatro músicos...
... e mais um.
E outras músicas.










Para terminar (por ora...), uma reinterpretação das cores do jardim.

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